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FILOSOFIA DA EQUITAÇAO

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ECONOMIA PARALELA

O texto seguinte foi escrito e publicado no "A bem da Nação" em 2016 quando o IVA ainda era a 21%. Contudo, a essência da questão mantem-se actual. ***   “ Os Governos são os grandes fomentadores da economia paralela”, eis o que alguns propalam por aí.   Pela minha parte, tenho a quantificação da economia paralela como um caso de Polícia. E daí a culpabilizar este Governo ou qualquer outro, vai uma galáxia de distância. Já quanto aos fiscalistas...   Nada sabendo acerca da componente criminosa e fazendo apenas uma grosseira definição das parcelas não dolosas, encontro-me numa situação que presumo comum à generalidade das pessoas que não se dedicam ao crime nem à investigação criminal. Não me dedico, pois, à sua quantificação.   Dentre as actividades que saíram da economia oficial por motivos não ligados ao crime enquadro as «maquizardes», ou seja, as que tiveram que passar à clandestinidade por não conseguirem suportar as obrigações legais quer no que respeita ao enq...

ASSIM FALOU SCHILLER

  D. FRANCISCO DE MASCARENHAS (n. 8 de Fevereiro de 1927 – f. 8 de Março de 2026) * * * D., abreviatura de Dom, a redução de Dominus em latim para Senhor em português, reconhecimento do estatuto de Nobreza. Ser nobre é questão de estatuto; ter nobreza é questão de condição. O estatuto herda-se; a condição conquista-se. O nobre é o que consta dos Registos oficiais e históricos. Quanto à nobreza ela divide-se em do espírito e a das atitudes: ·       *  A nobreza de espírito é a que consiste na busca do significado das coisas, dos lugares e dos factos, ou seja, resulta da busca, do significado, do espaço e do tempo; ·        * A nobreza de atitudes varia conforme os ambientes da vida mas na maior generalidade, considera sentir-se igual entre os grandes e ser protetor dos menores; na lide leal de cara aberta louvar o que aocite responde com bravura e àquele que ao afago responde com brandura, ajudar a erguer o adversário caído e p...

SOMOS POUCOS

    A área urbana de Londres tem cerca de 9,2 milhões de residentes; na região de Paris moram 11,2 milhões e Berlim alberga cerca de 6,4 milhões. Comparando com os nossos 10,75 milhões a nível nacional, resta a conclusão que somos poucos. Mas, para além de sermos poucos em termos absolutos, somos ainda menos quando «contamos as espingardas» fiéis aos Valores da Europa Ocidental. Ou seja, no actual litígio contra o imperialismo russo, não podemos correr o risco de deixarmos que as nossas Forças Armadas e de Segurança sejam minadas por russófilos ou seus amigos. Eis a cautela que desaconselha a obrigatoriedade do Serviço Militar: nem todos merecem a honra de servir nas Forças Armadas. Não esbanjemos recursos com «tropa fandanga» cujo amadorismo só prejudica a eficácia dos profissionais. Centremo-nos em pequenas Unidades de grande operacionalidade e deixemos as maciças acções de «botas no terreno» para aliados mais populosos que nós. E assim me refiro às forças terrestres...