DO BEM-COMUM
O conceito de bem-comum tem tudo a ver com harmonia social, com solidariedade e com o Estado de Direito.
Com respeito pelas minorias, o bem-comum assenta na vontade da maioria.
O bem-comum é antónimo de luta de classes, de privilégios classistas e de revolução.
Dá para crer que os movimentos disruptivos nascem e medram a partir da desconfiança sob a profusão de compadrios, mas também podem resultar da inveja. Contudo, seja qual for a causa e seja qual for a consequência, tudo isso é contrário ao bem-comum.
O Ocidente tem que ser transparente e, portanto, defensor do seu homónimo, o bem-comum.
Mas…
… se o secretismo referendário é o garante da transparência eleitoral, já na gestão corrente da «coisa» pública a transparência é garantida pela difusão da informação assim impedindo ilegitimidades e compadrio.
No cenário actual, o Ocidente é a Europa e pouco mais.
O Ocidente, sede do bem-comum democrático, já é só quase a Europa. A ver se asseguramos pelas pontas…e nós, concretamente, pela ponta Ocidental.
Fevereiro de 2026
Henrique Salles da Fonseca
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